terça-feira, 19 de abril de 2011

DESTINO

Amanha talvez eu possa acordar
E ver em você uma pessoa estranha
Mas, de uma beleza tamanha
 Que ira confundir ate o meu despertar
Porque hoje eu sei
Que o tempo que sonhei
 Foram momentos que se resumiam
Entre esperanças e decepções
 De amores e paixões
Que me levaram ate o teu esconderijo
Meu corpo foi exposto ao perigo
Meu espírito esteve tão aflito
Que eu o via se contorcendo no chão
 Sufocado pela ilusão
Que eu alimentava em querer te encontrar
 De tanto pensar na morte
 Eu quase fiquei louco
Fiz de tudo um pouco
E quando meus olhos procuravam os teus
Eu pude perceber que eles me condenavam
E eu como réu sem defesa
 Apertei meu peito em desespero
Enchendo meu coração de culpa Condenando meu próprio ser.
De uma historia que eu quis esquecer
Mas o meu presente de tão vazio que é
Não me deixou escolha Se não viver do passado
Onde você e eu sorríamos ... fingindo que éramos felizes..
(Autor Desconhecido)

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